148 | S.A.I.C.E. (Seguidores, Alcance, Impressões, Curtidas e Engajamento)

Abra as pálpebras do ouvido para acompanhar o nosso início do ano letivo, com aulas práticas de estatística, análise de dados em mídias sociais e tudo mais que compreende o método S.A.I.C.E. A Rádio Peão transmite as últimas notícias catastrofistas do mercado de trabalho e a barra de se irritar com tudo o que sua namorada faz.

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Nessa sessão:
“Chão de Fábrica”

Satisfeito com o que faz, esse trabalhador de uma indústria do setor criativo sofre com os encostados, colegas ligados ao setor administrativo, que sempre o desanimam com fanfics e em sua cabeça fazem de tudo para transformá-lo em mais um frustrado.

“O jeito que ela mastiga de boca aberta”

Irritada com sua namorada, Dani se sente cada vez mais como uma babá e menos como alguém num relacionamento adulto, mas a bichinha acredita que parte de uma relação é irritar um ao outro.

Foto de capa por Marvin Meyer no Unsplash

Indie Time | Ledo Brócolis

Começamos a temporada no Indie Time com o puro suco do que afligiu os doutores no ano passado: o medo de ser cringe, metas de leitura, superação de vícios, livros decorativos que são só a lombada, vegetais, viagens e um surpreendente bloco de línguas e linguagens. Perfeito para ouvir navegando pelo Chattoulette!

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Foto de capa por Cyprien Delaporte no Unsplash

147 | Cidadania Emocional

Nada como depilar o corpo e o coração (mas só se você quiser) para terminar bem um ano tão difícil, defendendo valores como a cidadania emocional e democracia da relação poliamorosa que causa insônia no momento em que seu sereio das águas cibernéticas requisita um espaço fixo. Trata a sua torta de climão para essa ceia de natal improvisada no consultrólio, e lembre-se que essas alegrias violentas têm fins violentos.
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Nessa sessão:
SADúvida: “como faz para ser atendido numa loja de depilação?”
“Desconfigurando as Visões Estritas”

À procura de um moçoilo para realizar as fantasias do casal, Murilo e Hélio se apaixonaram por Diego, que após encontros, caminhadas, filmes, vinhos e muita virilha na cara, começou a querer direitos. Aí foi que o barraco desabou e o barco se perdeu.

Foto de capa por Toa Heftiba no Unsplash

146 | Reprogramamos o Seu D(emi)NA

Esse SAD vende a cura para o jovem que não é levado a sério e para você que só deseja ser feliz e feia. Uma edição que celebra quem se conheceu em tweet, pede desculpas por acusar ouvintes de possuir beleza, reflete sobre a necessidade de rótulos e os pormenores da doação de sangue. A nossa missão é mudar o seu mindset de forma quântica, biológica e definitiva.

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Nessa sessão:
“Devo Embarcar Nessa?”
Perdidamente apaixonado por alguém que até agora não o ofendeu e nem o tratou mal, Maninho quer saber se vai até a Bahia conhecer seu libanês dos sonhos.
Bate-Volta
Maria, do caso “Muito Bonita 2 – A Segunda Onda” (SAD 143)
SADúvida: “sempre faço meus namorados doarem sangue para, além de ajudar alguém, ter a vantagem de receber os exames básicos de ISTs, mas recentemente vi um cartaz criticando quem doa para fazer os exames, matar dois coelhos com uma cajadada só ou não?”
“Perdida no Alfabeto”

Em busca de um rótulo para chamar de seu, a Baby Reborn já desconfiou de ser demissexual, lésbica e bi, mas depois de muita vagar pelas letras, acha que seu papel na comunidade é mesmo o de aliada e teme assumir uma bandeira que não é dela.

Foto de capa por Braño no Unsplash

145 | Oxítonas e Legalizadas

Para os amantes de ASMR com propósitos luxuriosos e pessoas mais legalizadas, esse programa fala no seu ouvidinho para lavar bem os acessessorios. Tem ainda irmão que pegou o boy da irmã, taxou de quem pega as menininhas para bancar o hétero e está na dúvida se conta para ela, pois “não quer que ela se magoe”. Mas o importante mesmo é prestar atenção na aula sobre a diferença entre palavras monossílabas e oxítonas, para saber onde a acentuação se encaixa.
Nessa sessão:
“Minha Voz, Minha Vida”
Com uma criação rígida em que só ouviu falar (várias vezes) de m*sturb*ção em programas católicos, a Anonismr se tornou atriz e se dedica a criar os próprios estímulos em áudio, abrindo todo um filão de negócios em potencial.

SADúvida: “minha irmã está namorando um ex peguete meu, devo contar para ela?”

Foto de capa por Amador Loureiro no Unsplash

144 | Hehehehelp

Num programa em que as pessoas capricham no onanismo online, abusam da criatividade na redação do concurso e fazem fortuna revendendo nudes em dólar, aprendemos a importância de pedir aquele hehehehelp antes de receber um “hoje é não” na cara, afinal, esse episódio é para celebrar a nossa diferença mara.
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Nessa sessão:
“Bater ou Correr”
Experimentando os melhores cinco contra um de sua vida com um desconhecido no Snapchat, com nudes de vários ângulos e “tudo, menos rosto”, Jorginho achou que conhecia a voz de seu interlocutor virtual dos gemidos e palavrões, mas levou um grande susto ao descobrir quem ele era.

SADúvida: “digamos que hipoteticamente eu tenha inventado um estudo, uma organização e uma citação na redação para o concurso do Banco ** ******, posso ser preso?”

Bate-Volta
Leviana, do caso “Peidei na Farofa” (SAD 138)
Foto de capa por Neil Thomas no Unsplash

143 | A3 Instantâneo, Empréstimos do Coração e o Bonitismo de Todas as Tadas

Continuando a revelar novos conceitos de opressão, apresentamos o bonitismo e o tadismo, num programa cheio de tados e tadas que receberam propostas curiosas de relacionamento poliamoroso, pedidos de empréstimo, problemas de confiança no relacionamento e o sofrimento de ser considerada muito bonita por alguém que te conhece virtualmente e já fala em filhos.

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Nessa sessão:
“Doce Azedo”
Envolvida por Luísa, de olhar intenso e grande compatibilidade, Duda viu sua barra começar quando descobriu, por acaso, que ela tinha uma namorada.

“Cinquenta Reais Pra Condução”

Conversando com Leônidas, que conheceu no Facebook, e ajudando-o com pequenas quantias, Ostrinha tirou um empréstimo para ele, que agora está trabalhando e não quer mais pagar.
“Minminha3ha Primeira Barra”
Namorando com uma pessoa que conheceu aos 5 anos, o Trouxista tem muita insegurança que pode perder esse partidão, já que ele deixa claro que tem muitas amigas que dão em cima dele, e depois reclama da falta de confiança.

“Muito Bonita 2 – A Segunda Onda”

Paquerando uma moça virtualmente, Maria teve um baque ao vê-la flertando com outra, já que estavam planejando filhos e tudo mais. Agora levou um fora por ser muito bonita e não sabe se fica lisonjeada ou ofendida, mas agradece por ser bi.
Foto de capa por Emily Morter no Unsplash

143 | A3 Instantâneo, Empréstimos do Coração e o Bonitismo de Todas as Tadas

Continuando a revelar novos conceitos de opressão, apresentamos o bonitismo e o tadismo, num programa cheio de tados e tadas que receberam propostas curiosas de relacionamento poliamoroso, pedidos de empréstimo, problemas de confiança no relacionamento e o sofrimento de ser considerada muito bonita por alguém que te conhece virtualmente e já fala em filhos.

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“Doce Azedo”
Envolvida por Luísa, de olhar intenso e grande compatibilidade, Duda viu sua barra começar quando descobriu, por acaso, que ela tinha uma namorada.

“Cinquenta Reais Pra Condução”

Conversando com Leônidas, que conheceu no Facebook, e ajudando-o com pequenas quantias, Ostrinha tirou um empréstimo para ele, que agora está trabalhando e não quer mais pagar.
“Minminha3ha Primeira Barra”
Namorando com uma pessoa que conheceu aos 5 anos, o Trouxista tem muita insegurança que pode perder esse partidão, já que ele deixa claro que tem muitas amigas que dão em cima dele, e depois reclama da falta de confiança.

“Muito Bonita 2 – A Segunda Onda”

Paquerando uma moça virtualmente, Maria teve um baque ao vê-la flertando com outra, já que estavam planejando filhos e tudo mais. Agora levou um fora por ser muito bonita e não sabe se fica lisonjeada ou ofendida, mas agradece por ser bi.
Foto de capa por Emily Morter no Unsplash

142 | Solteirismo e Mulheres WD40 Cavalgando em Vermes

Estamos vivendo um dia de cadáver para enfrentar os “ismos” que se apresentam com cada vez mais força, oprimindo solteiros, casados, amantes e todo tipo de minoria jamais imaginada. Para não deixar ninguém no seco, caprichamos no spray desengripante para deixar os mosquitos sem ranger, voando livremente com o mínimo de barulho possível.
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Nessa sessão:
“Solteira Sim, Oprimida Nunca?”
Após uma reportagem que abriu sua mente para o fato de que tem uma letra para chamar de sua, Carlita Carlete de Carlota percebeu o quanto a sociedade e o chefe abusivo direcionam seu preconceito a ela pelo simples fato de não ter um relacionamento.
SADúvida: “Tinha um caso, descobri que ele era casado e terminei, mas continuamos falando no horário do trabalho e de segunda a  sexta, continuo sendo tratada como amante?”
“Torneira Quebrada”
Com um namorado que chamou para morar junto no início da pandemia e que não curte o início do período fértil dela em que está pingando, a Consultora da Avon teve que se contentar com um polvo para não ter que dar aula de biologia ao rapaz toda vez.
Foto de capa por Justin Owens no Unsplash